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Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia.
O Senhor dos Exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio.
Ele faz cessar as guerras até ao fim da terra; quebra o arco e corta a lança; queima os carros no fogo.
Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus; serei exaltado entre os gentios; serei exaltado sobre a terra.
O Senhor dos Exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio.

Salmos 46

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Altar do sepulcro de Jesus é exposto após quase meio milênio

Pela primeira vez desde o ano de 1555 o altar onde a maioria dos cristãos acredita que o corpo de Jesus foi colocado após a crucificação foi exposto ao público. O momento foi registrado enquanto prosseguem as obras de restauração na Basílica do Santo Sepulcro, na cidade antiga de Jerusalém.

A National Geographic está filmando todo o processo para um especial de TV. O local é considerado um dos mais sagrados do mundo pelos cristãos da tradição católica, ortodoxa e copta.

Líderes dessas três ramificações do cristianismo estavam presentes quando a superfície original começou a ser analisada pelos cientistas responsáveis pelo projeto. Para o arqueólogo redrik Hiebert, membro da National Geographic Society, é possível constatar que houve uma enorme quantidade de restaurações anteriores no altar. “O mármore que cobria a tumba foi retirado e nos surpreendeu a quantidade de camadas existentes abaixo dele”, afirmou.

“Será uma longa análise científica, mas, no final, será possível ver a superfície original da pedra onde, de acordo com a tradição, o corpo de Jesus Cristo repousou”, acrescentou. O local ficou por séculos dentro de uma estrutura chamada “edícula”, palavra latina que significa “casa pequena”.

A estrutura retirada agora foi edificada em 1810, após a anterior ter sido destruída por um incêndio. Com o terremoto de 1927 ela sofreu grandes rachaduras e foi novamente restaurada.

Segundo a tradição cristã, o corpo de Jesus Cristo teria repousado em um altar retirado de uma rocha de calcário após sua crucificação. Essa pedra tornou-se um altar e posteriormente foi colocada no centro da Basílica do Santo Sepulcro – uma das igrejas mais antigas do mundo, construída em 325 d.C. a mando do imperador Constantino.

No ano 1009, a estrutura foi destruída pelo Califa Al-Hakim, mas restaurada em 1808 após as Cruzadas retomarem Jerusalém.

A restauração completa do local, conduzida por cientistas da Universidade de Atenas (Grécia), deverá ser concluída até março de 2017. O custo estimado da obra é de 5 milhões de dólares.

Evangélicos não reconhecem o local

A Basílica do Santo Sepulcro poderia ser um exemplo de harmonia religiosa, mas em sua história há casos de desentendimentos. Estranhamente, as chaves do templo ficam nas mãos de uma família muçulmana e o espaço é dividido por seis denominações cristãs, incluindo católicos romanos, ortodoxos armênios, ortodoxos gregos e coptas.

Contudo, para muitos teólogos e historiadores, sua localização não coincide com o relato bíblico do túmulo pertencente a José de Arimateia, onde o corpo de Jesus foi colocado (João 19:41). A tradição judaica também aponta para outro local onde as crucificações eram realizadas.

O Novo Testamento diz claramente que Jesus foi crucificado fora da cidade (João 19) e a Igreja do Santo Sepulcro fica dentro da cidade murada. A maioria dos evangélicos prefere visitar o “jardim do túmulo vazio”, pois ele se encaixa com a descrição bíblica.

Este local fica a cerca de 400 metros das muralhas da Jerusalém antiga. Está ao lado de uma rocha alta na qual é possível ver uma espécie de rosto, remetendo ao nome Gólgota, que significa “caveira”. Desde 1867, o local vem sendo apontado como o verdadeiro local da crucificação e ressurreição de Jesus. O espaço é mantido por uma organização protestante inglesa.

Fonte: Gospel Prime


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