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Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia.
O Senhor dos Exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio.
Ele faz cessar as guerras até ao fim da terra; quebra o arco e corta a lança; queima os carros no fogo.
Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus; serei exaltado entre os gentios; serei exaltado sobre a terra.
O Senhor dos Exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio.

Salmos 46

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Brasil perdeu R$ 123 bilhões com esquemas de corrupção, diz Polícia Federal

No período de quatro anos a Polícia Federal deflagrou 2.056 operações contra organizações criminosas que provocaram prejuízos estimados em R$ 123 bilhões ao país. De acordo com informações do jornal Estadão, os números revelam que o maior rombo não é o apurado pela Lava Jato, mas o causado pelas fraudes nos fundos de pensão investigadas na Operação Greenfield, que alcançam R$ 53,8 bilhões, quatro vezes o valor de R$ 13,8 bilhões desviados pelo esquema que agiu na Petrobras.

Esta soma foi o resultado de uma conta feita por investigadores federais com base em valores de contratos fraudulentos, impostos sonegados, crimes financeiros e cibernéticos, verbas públicas desviadas e até mesmo danos ambientais causados por empresas, madeireiras e garimpos. Isso, mais o pagamento de propina a agentes públicos e políticos. Os dados são da Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado (Dicor), da PF.

Nos últimos três anos, este total foi crescendo ano a ano. Em 2014 foram R$ 6,8 bilhões, já em 2016 o número saltou para R$ 80 bilhões, um aumento de 1.068%. Os valores sequestrados ou recuperados com as operações também aumentaram a cada ano. Em 2013, a Dicor listou R$ 6 milhões. Já em 2014 – início da Lava Jato – esse número subiu para R$ 2,6 bilhões e, em 2016, chegou a R$ 12,4 bilhões.

Entre os 10 maiores prejuízos investigados pela PF, além dos apurados pela Greenfield e Lava Jato, estão os causados pelas organizações criminosas que são alvo das Operações Acrônimo, que apura o desvio de verbas e financiamento ilícito de campanhas eleitorais, e Zelotes, que averigua crimes tributários e corrupção no Conselho de Administração de Recursos Fiscais (Carf), órgão do Ministério da Fazenda.

Fonte: Metro1


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