Informe Gospel TV






Parceiros

Reflexão

Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia.
O Senhor dos Exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio.
Ele faz cessar as guerras até ao fim da terra; quebra o arco e corta a lança; queima os carros no fogo.
Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus; serei exaltado entre os gentios; serei exaltado sobre a terra.
O Senhor dos Exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio.

Salmos 46

Blog

Evangélicos e decisivos: Jô e Cássio conduzem o Corinthians ao título

As imagens do atacante Jô recusando cerveja na comemoração do heptacampeonato brasileiro do Corinthians chamou a atenção da imprensa. O jogador tinha um histórico de “baladeiro”, sendo mandado embora do Internacional em 2012 por causa disso. Mas desde 2016, ele é uma nova pessoa. Convertido, foi batizado no final de 2015.

“Automaticamente, minhas amizades mudaram todinhas. Hoje, meu círculo de amizade  é 90% evangélico… Já tem anos que eu não bebo. Tudo melhorou 100%”, comemora.

Jô era contestado no início do ano, assim como o goleiro Cássio, mas ambos terminaram 2017 em alta e campeões (paulista e brasileiro).  Apontados como dois dos principais responsáveis pelas conquistas, goleiro e atacante tiveram na fé o alicerce para dar início à volta por cima.

O pastor Vagner Lopes, que desde abril faz os cultos no CT Joaquim Grava, e aconselha os jogadores do Timão explica: “A vitória está dentro da gente, no ânimo de cada um. A ideia que a gente quis trabalhar é que estamos no processo de regeneração, no sentido de ser gerado de novo. Quando Jesus olhou para Nicodemos e falou que era necessário nascer de novo para chegar ao reino dos céus, ele estava querendo dizer que era preciso passar por esse processo regenerativo. E é isso que acontece no Corinthians, caras de 30 e poucos anos tendo que nascer de novo”

O “nascer de novo” refere-se também à carreira dos dois. O goleiro terminou a temporada anterior na reserva, era contestado por parte da torcida e quase foi negociado.  Por sua vez, o camisa 7 vinha de passagens por Emirados Árabes e China e não atuava havia seis meses. Chegou sob desconfiança inclusive do técnico Fábio Carille.

Porém, tanto Jô quanto Cássio se converteram e fora dos campos suas vidas mudaram radicalmente. De “problema”, o atacante se tornou solução. Além de apresentar comprometimento nos treinos e nos jogos, o atacante foi ocupando um lugar de liderança no elenco. É visto como um motivador e conselheiro dos mais jovens.

Cássio teve trajetória parecida. Tendo vivido em 2016 o seu pior ano pelo Corinthians, abandonou as baladas, cortou o consumo de álcool e passou a frequentar a igreja (convidado pelo zagueiro Vilson). Sem lesões ou suspensões, o goleiro só deixou a meta alvinegra para ir à seleção brasileira.

Fonte: Gospel Prime


Categorias

TESTEMUNHOS